What is at stake here?

Look. Think. Do you know this place? What is wrong with this picture?

A:

This is the main floor of the main building of a University-level School of Art and Design in 2008. In particular, this photo focuses on the entrance to the headquarters of the Directive Board. And what does this College of Higher Education in Arts choose to symbolise their noblest area?

A worn-out replica of an ancient Greek sculpture.

Sure thing, I do find originality to be over-rated, and I have stated just that before… but what message does this local Venus de Milo send in regards to the Institution´s willingness to face the challenges of the future? Their willingness to foster exploration? To shed its accretion of phantoms with grace?…

Nothing against Greek antiquity, of course, and all due respect to the Milo Goddess. It is just that, in an institution that prides itself in having the IMAGE as the center of the communication process, this emphasis on the glorified ancient replica is probably the worst PR message one could ever conceive. Gimme Tracey´s over-rated, old-news, disgusting, self-indulgent mess any day instead, Beavis.

Notice how dark it all is, too.

End of rant.

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8 thoughts on “What is at stake here?

  1. Proponho mudar a luz amarela da sala que se vislumbra para lá da porta para vermelho. Assim ficaríamos com um RGB cabalmente representado…

  2. Of course writng about things that are out of us is easear then to speak about owerseves. I dont like particulary greek art (oH God… I said it!) as I dont like particulary Fernando Pessoa but I prefere reading about those things that came from somebody’s hart…. realy from a deep part of it… and became a philosophy (next time I’ll write in french)! so let us know a little more about this story of the NO! cant we just change it in a story of the… it doesnt metter!?

  3. No “Green” e no “Blue” são os diferentes tipos de luz (respectivamente a fluorescente e a do dia) que conferem as tonalidades. No caso do corrimão é a matéria a “decidir” a cor que vemos. Mas não deixa de ser interessante que a luz lá de dentro seja amarela. Será da incandescência? Ou, pelo contrário, a tónica na réplica, que começa logo com os dois escravos do dever na entrada do edifício, dá uma ideia de apagamento, como se não houvesse mais nenhuma virtude a realçar, nenhuma raiz própria para alimentar?

  4. … e que tal integrar estas ideias na apresentação de amanhã? Stop vs. BA – qual o espaço mais criativo? Qual o mais derivativo? Ah, the possibilities!

  5. O facto de o Stop e a FBAUP se localizarem no mesmo passeio, a umas dezenas de metros de distância e com o cemitério pelo meio, já me tinha ocorrido.
    Apesar de tudo, no Stop como na FBAUP, vislumbro sinais de vida para além da repetição estéril das poses do rock’n roll. Mas os momentos históricos dos dois sítios são muito diferentes. O Stop encara agora o fim da sua fase de crescimento em quantidade, sendo que a pergunta seguinte é: o que fazemos com o poder que nos confere toda esta massa? Já a FBAUP parece atravessar um momento de preplexidade entre a agonia de um estatuto que já não releva e o mundo que se está a marimbar. Um pouco como o Papa Ratzinger.
    Eu pergunto-me o que é que o Stop tem para dar à música nos proximos tempos.

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