Para uma vitória eleitoral, basta apenas…

impato

No meio de tanta pré-campanha eleitoral, com slogans de “rigor”, “cumprimento”, “mudança”, “progresso”, “confiança”, “transparência” ………….

— A cartada da vitória, caros candidatos a chefes de Portugal, seria tão simplesmente:

o compromisso da revogação efectiva do desacordo ortográfico.

A averiguar pelo caos instalado e pela aversão figadal de sectores substanciais do povo e de especialistas a esta bizarria arrogante, determinista e mal amanhada, quem se comprometesse a revogar o desacordo venceria por larga maioria as eleições que aí vêm.

O meu voto teria: porque o que fizeram à ortografia é tão somente uma variação desta canalização absoluta do património nacional para as mãos da tecnocracia e dos algoritmos, cegos, amnésicos e violentos. E ainda por cima sem qualquer ganho nem fundamento que não o da ideologia do pragmatismo em espiral improdutiva, auto-referente.

O compromisso de revogação do desacordo seria, além do mais, confirmação de que o candidato em causa compreenderia estes sinais dos tempos de forma holística e articulada. Aí sim, haveria esperança. HAJA esperança.

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