Felicidades para a Banda

Encontrado nos arquivos da nossa banda dos anos 80, enquanto preparamos a iminente edição audio, este guião de entrevista por via postal.

Não faço ideia se respondemos na altura, mas as perguntas soam no mínimo curiosas volvidos 30 anos, quase contendo as respostas que seriam uma reiteração dos paradigmas e estigmas então vigentes::

– como é que uma banda consegue “suberviver” na província “quase esquecida”? (Aveiro? Onde fica?)
– qual o “plano de actividades”? (falta a cabimentação, senhores)
– sentem-se “marginalizados”? (muito! Escorraçados!)
– 88 “será melhor ou pior” que 87… (foi muito pior! Acabámos zangados a meio de 87, como qualquer banda de rock and roll que se preza; nada que 30 anos não curem).

E seguem os preparativos editoriais!

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